licenciado da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi adiada para a
primeira semana de dezembro, de acordo com informações da Agência Brasil
nesta terça-feira. A votação estava prevista para ocorrer na próxima
quinta-feira, 22 de novembro.
A mudança da data ocorreu depois que o líder do PSDB, senador Arthur
Virgílio (AM), informou que que só irá apresentar o seu parecer sobre o
caso na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na próxima semana.
Ainda conforme a Agência Brasil, a decisão do senador tucano atrasa
também a votação em primeiro turno da prorrogação da Contribuição
Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), para 14 de dezembro no
primeiro turno e 22 de dezembro em segundo.
O presidente interino do Senado, Tião Viana (PT-AC), assegurou que as
duas matérias serão votadas este ano.
"Há prazo regimental a ser cumprido e há um limite na elasticidade desse
prazo", disse o senador petista, segundo a agência.
"Houve sobreposição dos casos. O senador Artur Virgílio aproximou o caso
Renan da CPMF e entendeu que assim traria mais dificuldade à CPMF. Vamos
ter de conviver com isso, que faz parte dos recursos regimentais que
foram apresentados", acrescentou.

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